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#EVOLUÇÃO   #Dois O QUE MOSTRAM OS DOCUMENTOS FOSSÉIS?

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#EVOLUÇÃO   #Dois

O QUE MOSTRAM OS DOCUMENTOS FOSSÉIS?

Se as coisas viventes são o resultado aleatório da evolução de organismos simples e unicelulares para uma forma de vida complexa e pluricelular, seja animal ou vegetal, é de se esperar que o registro fóssil mostre evidência disso. O que encontramos?

Há mais de um século, os documentos fósseis perturbavam Charles Darwin, em seu famoso livro A Origem das Espécies escreveu:

“Se a teoria [da evolução] é verdadeira, é certo que devem ter ocorrido, antes da camada cambriana inferior, períodos bastantes longos, e provavelmente muito mais longos, do que toda a duração dos períodos compreendidos entre as épocas cambrianas e atual, períodos desconhecidos durante os quais seres povoaram a Terra... Por que não encontramos nós depósitos ricos em fósseis pertencendo a esses períodos primitivos anteriores a época cambriana? Eis uma questão que não posso dar uma resposta satisfatória... a dificuldade de explicar, com boas razões, a ausência de vastos pavimentos de camadas fossilíferas abaixo das formações do sistema cambriano superior fica sempre muito grande.” (pp. 327-329)

O Jornal Times, de 25 de outubro de 1964, num artigo em apoio a evolução, admite:

“...Toda a primeira parta da história evolucionária está faltando.” (p.8E)

“Relativamente pouco se conhece sobre o Pré-cambriano, apesar de fazer parte de cerca de sete oitavos da história da Terra, e o que é conhecido foi descoberto em grande parte, nos últimos 50 anos. O registro fóssil Pré-cambriano é mais pobre do que o do Fanerozóico, e esses fósseis presentes (por exemplo, estromatólitos) são de uso bioestratigráfico limitado.” (The Changing Earth, 1997, p. 492.)

Falando sobre a “explosão cambriana”, o periódico Scientific American, de agosto de 1964, comenta:

“Estes animais não eram nem primitivos e nem generalizados na anatomia: eram organismos complexos que evidentemente pertenciam aos diversos filos distintos, ou grandes divisões de animais... De fato, sabe-se agora que incluem representantes de quase todo grande filo, que possuíam estruturas esqueléticas capazes de fossilização;...No entanto, antes da cambriana quase não há sinal deles...Não se pode mais falar do período pré-cambriana como uma alteração do clima e do tempo, mesmo que todos os antecessores cambrianos fossem de corpo mole e por isso raras veres preservados, deveríamos ter encontrado sinais muito mais abundantes de suas atividades do que na realidade foram. Tampouco se pode atribuir a falha geral de encontrar fósseis animais pré-cambrianos por falta de tentativa, pois {tentativas não faltaram para encontra-los].” (pp.34-36)

A Enciclopédia agrícola brasileira falando sobre os períodos geológicos comenta sobre o período Pré-cambriano:

“...O período pré-cambriano em seu início geológico possui pouca evidência fossilíferas cujo inicio se dá com o nascimento da Terra... Na parte final do Pré-cambriano encontramos uma diversidade fossilíferas de algas, bactéricas, esponjas, vermes e alguns crustáceos.” (p. 70)

“...Esse período é denominado Pré-cambriano pelos geólogos  está muito bem representado e estudado em rochas sedimentares da África do Sul, da Groelândia, da Austrália e de outras partes do planeta, As pesquisas cientificas só encontraram algas e bactérias nas camadas mais primitivas do Pré-cambriano.” (Animais interiores – nadadores e rastejantes. P. 54)

No livro Vida: A ciência da Biologia – evolução, diversidade e ecologia, falando sobre o período Pré-cambriano diz:

“Na maior parte do Pré-cambriano, a vida consistiu em organismo unicelulares microscópicos.” (p. 472)

ONDE ESTÃOS OS ELOS PERDIDOS ENTÃO?

Referente aos chamados elos intermediário, Charles Darwin em A origem das Espécies declarou:

“Se as espécies derivam de outras espécies por graus insensíveis, por que não encontramos inumeráveis formas de transição? Por que não está tudo na natureza no estado de confusão? Por que são as espécies tão bem definidas? 
Mas por que não encontramos frequentemente na crosta terrestre os restos destas inumeráveis formas de transição que, segundo esta hipótese da evolução, devem ter existido?
As pesquisas geológicas...não apresentam, contudo, entre as espécies atuais e as espécies passadas, todas as gradações infinitas e insensíveis.” (pp. 156, 157, 465)

O evolucionista Lecomte du Nouy escreveu em O homem e o Seu destino a respeito dos fósseis:

“As formas conhecidas mantem-se separadas como pilares duma ponte demolida...A continuidade que nós pressentimos talvez nunca venha a ser estabelecida sobre fatos.” (p.136)

O famoso erudito evolucionista George Gaylord Simpson em seu livro As Grandes Fases da Evolução disse:

“Conforme todo paleontólogo sabe, continua a ser um fato que a maioria das novas espécies, gêneros e famílias, e quase todas as categorias, aparecem na documentação fóssil de modo repentino e não por sequencias de transição conhecida, graduais, inteiramente contínua.” (p.360)

A.S. Romer, zoólogo, no livro Genética, Paleontologia e Evolução diz:

“ Faltam elos justamente onde mais fervorosamente os desejamos, e é mais provável que muitos elos continuarão faltando.” (p.360)

No livro Ordem: Na vida, o evolucionista Edmund Samuel conclui:

“Nenhuma análise meticulosa de distribuição biogeográfica ou do registro fóssil pode apoiar diretamente a evolução.”  (p.120)

Uma pessoa racional e sincera ao estudar um pouco mais os fósseis seria levado a concluir que a Teoria da Evolução das Espécies é falha e falsa. Por outro lado, a evidência fóssil nos fornece forte peso a favor dos argumentos da criação.

Como declarou o zoólogo Coffin em seu livro Liberty:

“Para os cientistas seculares, os fósseis, sendo evidências do passado, constituem a última e derradeira corte de apelação, porque os fósseis são a única história autêntica da vida disponível a ciência. Se esta história dos fóssei s não concorda com a teoria evolucionista – e vimos que não concorda – o que ela nos ensina? Ela nos diz que as plantas e os animais foram criados nas suas formas básicas. Os fatos básicos dos fósseis apoiam a criação e não a evolução.” (p.14)

O astrônomo e agnóstico, Carl Sagan, reconhece em seu livro Cosmos:

“As evidências fósseis podem ser consistentes com a idéia de um Grande Projetistas.” (p.29)

Muitos que acreditam na Teoria Evolucionista rejeitam automaticamente, como sendo irrelevante, toda essa evidência a favor da Criação, afirmando não tratar-se de um assunto para consideração científica.

Seja sempre sincero, deixe as evidências te levar a verdadeira verdade, mesmp que isso signifique mudar de vida. Não permita que este enfoque míope o impeça de analisar as evidências.

Será apresentado mais no próximo artigo.

Abraços!+

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